No terceiro dia fizemos as malas sem pressa e fomos passear a pé nos arredores do hotel.

E também sem pressa, parando sempre que a paisagem o pedia, seguimos para o Funchal onde iriamos ficar alojados nos dias seguintes.

Parámos no estacionamento que dá acesso a vários trilhos, entre os quais o trilho da levada do risco, e resolvemos só descer pelo alcatrão até ao rio para tentar ver uma pequena cascata que se ouvia do parque de estacionamento. O Rui até foi de chinelos, pois eram só alguns metros em alcatrão, só que afinal não se via nada, e fomos andando, e andando, até que acabámos por percorrer a totalidade dos 3 km do trilho!
Depois de repor energias na casa do Rabaçal, apanhamos um transporte que nos trouxe de regresso ao estacionamento e seguimos viagem até á Calheta.
Pelo caminho ainda fomos espreitar o miradouro do cabo Girão.
O quarto dia acordou pouco convidativo, e á chuva fomos visitar os viveiros de truta de Ribeiro Frio, a caminho do Pico do Areeiro.

Só que,... quando lá chegámos parecia que tinham roubado a bola da estação meteorológica!

Desistimos e resolvemos espreitar o Curral da Freiras, onde acabámos por almoçar.

A seguir ao almoço, subimos ao miradouro.

Acabámos o dia noutro miradouro, já no Funchal, onde voltámos depois de jantar para apreciar a vista noturna.