terça-feira, 24 de outubro de 2017

Bayeux, O desembarque e os cemitérios e circuito de Le Mans

Despedimo-nos do Mont Saint Michel com dificuldade, mas havia tanto mais para visitar,...

Fizemos uma paragem para piquenique, e seguimos para Bayeux.

Depois de tratadas as formalidades do alojamento, fomos à procura do cemitério dos Americanos. Já tinha visto muitas imagens deste local, mas nenhuma lhe faz justiça! é mais um daqueles lugares impressionantes onde é mesmo necessário ir.

As motas têm um amplo espaço reservado, e estava bem composto!

O cemitério está construído sobre a praia do desembarque dos Americanos, e tem vista privilegiada sobre a mesma. 





São filas intermináveis de cruzes e estrelas brancas sobre um imenso relvado!



















Deixámos o cemitério e fomos rolando ao longo das praias. Fizemos uma pequena paragem em Port-en-Bessin, que fica entre as praias do desembarque Americano (Omaha beach) e do desembarque Britânico (Gold beach), onde existe um pequeno memorial, e fascinou-nos descobrir os milhões de conchas (vieiras) que compõem a praia. Não consegui encontrar explicação para tamanho amontoado daquele tipo específico de conchas.





Jantamos na bonita vila de Bayeux e recolhemos ao alojamento.



Um divertido grupo de motociclistas que apareceu por lá.





No dia seguinte começámos por espreitar o cemitério dos ingleses, e descobrimos que mesmo ao lado existe um imenso memorial aos repórteres de guerra. Não imaginava que existissem tantos jornalistas mortos em teatro de guerra, sobretudo nos dias de hoje.





É um memorial em permanente actualização!

Ao lado, não menos impressionante, o cemitério dos Ingleses:











Seguimos caminho, e a determinada altura começamos a ouvir carros a correr em circuito.

Era dia das 24 horas de Le Mans, e a zona estava um pouco caótica, com desvios e a gendarmerie nationale por todo o lado a controlar a confusão.


Ainda fomos espreitar mais de perto, mas a confusão era tanta que fugimos.


Seguimos para Poitiers, mas a caminho não podia deixar de registar o momento em que a OLga virou "sexogenária" 😲



quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Le Mont Saint Michelle

Um sítio onde tenho que voltar, mas em época de marés altas!

O Mont Saint-Michel fica no meio de uma imensa planície, que ora parece um enorme deserto, ora se transforma num mar, com uma lindíssima ilha, consoante as marés que se estendem por cerca de 15 km.

Para lá chegar, existe um transporte especial, gratuito, numa "navette" com duas frentes:










Passada a porta da vila, é como qualquer outra vila medieval, com ruinhas estreitas e casas de pedra, pelo que fomos perder-nos lá dentro...















Jantámos como reis!







Regressámos ao hotel, mas eu não consegui deixar passar a oportunidade de ver aquele "monte" aquela visão do outro mundo á luz do luar, por isso, mal o sol se aproximou do horizonte, voltei...


Ainda acalentei a esperança de ver água, pois era hora de maré cheia, mas infelizmente estávamos em época de marés pequenas, e o máximo que vi foram uns pequenos lagos. Terei que voltar em época de de lua nova, ou de lua cheia 😉