Despedimo-nos do Mont Saint Michel com dificuldade, mas havia tanto mais para visitar,...
Fizemos uma paragem para piquenique, e seguimos para Bayeux.
Depois de tratadas as formalidades do alojamento, fomos à procura do cemitério dos Americanos. Já tinha visto muitas imagens deste local, mas nenhuma lhe faz justiça! é mais um daqueles lugares impressionantes onde é mesmo necessário ir.
As motas têm um amplo espaço reservado, e estava bem composto!
O cemitério está construído sobre a praia do desembarque dos Americanos, e tem vista privilegiada sobre a mesma.
São filas intermináveis de cruzes e estrelas brancas sobre um imenso relvado!
Deixámos o cemitério e fomos rolando ao longo das praias. Fizemos uma pequena paragem em Port-en-Bessin, que fica entre as praias do desembarque Americano (Omaha beach) e do desembarque Britânico (Gold beach), onde existe um pequeno memorial, e fascinou-nos descobrir os milhões de conchas (vieiras) que compõem a praia. Não consegui encontrar explicação para tamanho amontoado daquele tipo específico de conchas.
Jantamos na bonita vila de Bayeux e recolhemos ao alojamento.
Um divertido grupo de motociclistas que apareceu por lá.
No dia seguinte começámos por espreitar o cemitério dos ingleses, e descobrimos que mesmo ao lado existe um imenso memorial aos repórteres de guerra. Não imaginava que existissem tantos jornalistas mortos em teatro de guerra, sobretudo nos dias de hoje.
É um memorial em permanente actualização!
Ao lado, não menos impressionante, o cemitério dos Ingleses:
Seguimos caminho, e a determinada altura começamos a ouvir carros a correr em circuito.
Era dia das 24 horas de Le Mans, e a zona estava um pouco caótica, com desvios e a gendarmerie nationale por todo o lado a controlar a confusão.
Ainda fomos espreitar mais de perto, mas a confusão era tanta que fugimos.
Seguimos para Poitiers, mas a caminho não podia deixar de registar o momento em que a OLga virou "sexogenária" 😲

