Foi um dos melhores dias passados em Marrocos!
À hora marcada lá estávamos, na recepção do hotel com o pequeno almoço tomado à espera do transporte, e 20 minutos depois, começámos finalmente a ficar preocupados!...
O hotel era bonito, e entretive-me a tirar fotos da recepção enquanto esperava, e com meia hora de atraso lá apareceu uma carrinha para nos apanhar.
É que o nosso hotel era o "Mogador Gueliz", e tinham dado ao motorista apenas o nome "Mogador", só que em Marraquexe existem, segundo o motorista, 9 hotéis com o nome "Mogador"!
A empresa turística era esta:
O motorista deixou-nos é porta, e já lá estavam vários grupos de turistas, que aos poucos foram sendo chamados por destinos.
O nosso grupo foi o último a partir, e enquanto esperávamos, tive oportunidade de registar mais um "transporte impossível"!
Agora reparo que durante todo o tempo que por lá andámos não entrámos em nenhum minarete!
A viagem foi longa, e fomos brincando e acompanhando no GPS.
E cá está a nossa viatura turística:
O meu banco nem cinto de segurança tinha, mas correu tudo bem!...
Viajava connosco um grupo de 3 americanos, e inicialmente nenhum deles colocou o cinto, mas depois da primeira curva em que um deles (devia ter mais de 1,80m e pesar mais de 100 kg), foi parar ao meio do corredor, os 3 colocaram os cintos...
3 horas depois chegámos ao destino, e o próprio motorista é que escolheu o guia, entre os vários que imediatamente rodearam o "autocarro". Calhou-nos o Youssef, e ficámos muito bem servidos. Era um jovem Berbére, e proporcionou-nos uma excelente visita de 3 horas, mas os Americanos não acharam graça ao facto de ele ter começado logo por dizer que a visita custaria 30 dirhams por pessoa. Eles tinham achado que estaria incluída no pacote, mas Marrocos é Marrocos, e nestas coisas, cada um pede a sua propina.
Depois de muitos protestos, acabaram por aceitar, e o grupo seguiu todo junto com o Youssef.
Logo a primeira vista das cascatas é absolutamente magnífica, e teria valido a viagem, mas havia muitas mais!
Continuámos por um carreiro, nem sempre fácil,
e o Youssef foi explicando como vivem ainda hoje os Berbéres, e entretanto alguém perguntou porque é que as oliveiras tinham marcas coloridas. Segundo ele, é a forma de cada família identificar as suas oliveiras, já que ali não há propriedade do terreno, mas sim das árvores.
Também nos chamou á atenção para pequenas grutas que se avistavam na montanha, e que seriam as suas habitações.

Chegámos a uma zona de lazer, onde havia mesas e cadeiras, e um vendedor de sumos e laranjas, que era obviamente familiar do Youssef, junto de uma espécie de varanda à beira de uma lagoa com uma cascata, e fizemos uma pausa para hidratar e descansar. Havia corajosos a saltar para dentro da lagoa lamacenta, e os americanos não se fizeram rogados:
O frigorífico:

O local era muito bonito, mas havia ainda muito para escalar, e seguimos caminho.
Uma oferta de alojamento 100% Berbére:
E chegámos à base das cascatas, e o cenário é magnífico!
Não há como descrever!
alguns do nosso grupo atravessaram de barcaça, mas nós optámos pela "ponte".
E almoçámos num restaurante de um familiar do Youssef (como não poderia deixar de ser), com esta vista fabulosa:
Claro que o almoço foi mais uma tagine, e esta era das picantes!
E depois de almoço chegou a hora de começar a subida de regresso, mas pelo caminho ainda passámos por um local onde havia macacos, e lá estava um Berbére com um saquinho de amendoins e a mão estendida para a propina. Houve um holandês que se fartou de dar amendoins e tirar fotos com o macaco em cima da cabeça, e quando chegou a hora de pagar a "propina", seguiu viagem sem pagar!...
Gostei da forma como tinham o "mobiliário urbano" bem enquadrado:
Regressámos a Marraquexe.
a
O hotel era bonito, e entretive-me a tirar fotos da recepção enquanto esperava, e com meia hora de atraso lá apareceu uma carrinha para nos apanhar.
A empresa turística era esta:
O motorista deixou-nos é porta, e já lá estavam vários grupos de turistas, que aos poucos foram sendo chamados por destinos.
O nosso grupo foi o último a partir, e enquanto esperávamos, tive oportunidade de registar mais um "transporte impossível"!
Agora reparo que durante todo o tempo que por lá andámos não entrámos em nenhum minarete!
A viagem foi longa, e fomos brincando e acompanhando no GPS.
E cá está a nossa viatura turística:
O meu banco nem cinto de segurança tinha, mas correu tudo bem!...
Viajava connosco um grupo de 3 americanos, e inicialmente nenhum deles colocou o cinto, mas depois da primeira curva em que um deles (devia ter mais de 1,80m e pesar mais de 100 kg), foi parar ao meio do corredor, os 3 colocaram os cintos...
3 horas depois chegámos ao destino, e o próprio motorista é que escolheu o guia, entre os vários que imediatamente rodearam o "autocarro". Calhou-nos o Youssef, e ficámos muito bem servidos. Era um jovem Berbére, e proporcionou-nos uma excelente visita de 3 horas, mas os Americanos não acharam graça ao facto de ele ter começado logo por dizer que a visita custaria 30 dirhams por pessoa. Eles tinham achado que estaria incluída no pacote, mas Marrocos é Marrocos, e nestas coisas, cada um pede a sua propina.
Depois de muitos protestos, acabaram por aceitar, e o grupo seguiu todo junto com o Youssef.
Logo a primeira vista das cascatas é absolutamente magnífica, e teria valido a viagem, mas havia muitas mais!
Continuámos por um carreiro, nem sempre fácil,
e o Youssef foi explicando como vivem ainda hoje os Berbéres, e entretanto alguém perguntou porque é que as oliveiras tinham marcas coloridas. Segundo ele, é a forma de cada família identificar as suas oliveiras, já que ali não há propriedade do terreno, mas sim das árvores.
Também nos chamou á atenção para pequenas grutas que se avistavam na montanha, e que seriam as suas habitações.
O frigorífico:
O local era muito bonito, mas havia ainda muito para escalar, e seguimos caminho.
Uma oferta de alojamento 100% Berbére:
E chegámos à base das cascatas, e o cenário é magnífico!
Não há como descrever!
alguns do nosso grupo atravessaram de barcaça, mas nós optámos pela "ponte".
Por mim ficava lá, só a admirar a beleza :-)
E almoçámos num restaurante de um familiar do Youssef (como não poderia deixar de ser), com esta vista fabulosa:
Claro que o almoço foi mais uma tagine, e esta era das picantes!
E depois de almoço chegou a hora de começar a subida de regresso, mas pelo caminho ainda passámos por um local onde havia macacos, e lá estava um Berbére com um saquinho de amendoins e a mão estendida para a propina. Houve um holandês que se fartou de dar amendoins e tirar fotos com o macaco em cima da cabeça, e quando chegou a hora de pagar a "propina", seguiu viagem sem pagar!...
Gostei da forma como tinham o "mobiliário urbano" bem enquadrado:
Regressámos a Marraquexe.
a